2 dicembre 2022

Brazil Books - Literatura e mais.: #Introdução do Novo Livro Sobre a Transição Planet...

Brazil Books - Literatura e mais.: #Introdução do Novo Livro Sobre a Transição Planet...: Acompanhe os novos capítulos aqui nesse blog. Introducão     Todos nascemos e imediatamete passamos a sermos “reféns” de um sistema, uma soc...

27 luglio 2008

Novo Mundo


Calendário Maia

Novo mundo

Acordei com raízes profundas de mim!
Condor e sabiá cantaram!
Morenas cores de sons fluíram
entre os Andes e nossas metrópoles!
Flores multicolores
eram os antepassados lumiando o futuro!

Canto que que vem de lá...
das estrelas que não se apagam jamais!
E somos, sim,
do novo mundo novo,
em sangue, força e nobreza.



By Tânia B.

25 luglio 2008

INCOMPLETUDE




INCOMPLETUDE

QUANDO A ÁGUA JORRA DE ESTRANHO SABER ATRAVESSANDO O SER;
QUANDO CHORAS PELA COMPREENSÃO DE QUE TUDO É O POSSÍVEL,
TUDO, O FUNDO DO PRÓPRIO FUNDO,
O CÉU DO PRÓPRIO CÉU,
O ABISSAL INFINITO:
INCOMPLETUDE.

VOCÊ PASSA
PELO
BU
RA
CO
NEGRO
DA EXISTÊNCIA...

A COMPREENSÃO
É UM EVENTO ORIGINAL
AUTO-PARTO DE TUDO ANTES MUDO.
EXISTIR PLENO NA QUIETUDE DO GRITANTE SOM
INFINITO DES-ENTERRADO DE ETERNIDADES.


(by Tânia B.)

17 luglio 2008

haikai ocidental

.


Cuidado, dopaminas

do(pa)minantes em um mundo

entediado.






By Tânia B.

27 giugno 2008

FLIP



Paraty... linda, calma e cenário da Festa Literária já famosa.

Para entrar no site da FLIP basta clicar no título.





REVISITANDO POEMAS


Coluna do Templo de Artemis, Ephesos


MOVIMENTO

Não pensar a morte
por não suportar sua ideia
ou por não saber viver?

Mas
Tânatos exala seu aroma
igualmente a todos,
queiram ou não.

Viver morrendo
já supõe também o livre arbítrio.
Decido viver vivendo,
e soletro o real,
como animal do sim,
do então que jaz.

Leal à coreografia distinta do eu,
se bem que
em busca
da música possível,
para estrelar-me
em paz.


By Tânia Barros






Climax

dá-me teu suor de amor
agora

alimenta comigo o enredo
desta hora

cada toque é fala:
eu pergunto,
tu respondes,
e vice-versa...

e vira e mexe,
surpresa!
e mexe e vira,
beleza!

um vôo no céu
da boca
queda livre
no mel 
clímax
neste nosso amplo
horizonte.



by Tânia Barros

19 giugno 2008

Unidade




Veio, então, a clara unidade,
saber-se um.
Uno em solidões...
Saber-se um devir.

Inspirou tanta clareza só sua!
Soube-se deus-deusa,
e nua
a alma,
e sua
a vida,
e nada...
só havia
o sopro
seu,
e acontecia.

Inspirava só,
sem drama, rebeldia.
Seu verbo, sopro,
dos bastidores
ao palco,
que pouco,
fez-se topo
alto

de viver

o devir
é agora

aqui.



By Tânia B.
Ft. Pascal Renoux

13 giugno 2008

Haikai

.

vibrações de você

aqui aconchegam-se

e reluzem Vida



~x~



mansidão no lago

som de quimeras vibram

alinham encontros





By Tânia Barros

(escrevia os haikais,
ao terminar soube do terremoto
no norte do Japão.
Solidariedade no mundo, cuidado com o mundo
)

17 maggio 2008

VENTO




Um frio seco, força natural,
um olhar para o todo,
um fluir para o sul.

Mistral, seu dom
magistral,
de encontrar ...

Ser um camponês
transmundial,

Ser um maestro,
nos sons da alma
do mundo...



Tradução de VENTO para o italiano, pela Escritora Eliude Santana.

VENTO


Un freddo secco, forza naturale,

uno sguardo nel tutto,

un fluire per il sud



Maestrale, il suo dono

magistrale,

di si trovare…

Ergesi

Essere un campagnolo

Trans mondiale ,



Essere un maestro,

nei suoni dell’animo

del mondo…



by Tânia Barros, em 17 de Maio, 2008

15 maggio 2008

NUVEM



NUVEM


Nuvola

Soave nuvola

Passa indifferente

Non sa niente di me

Nemmeno di questa gente!



Naviga il vento

riginera il verso

Intrattiene la vita

O si co-muove soltanto?



Soave nuvola

Fidanzata del vento,

Muovici nel tuo grembo

Erigiti silenziosamente



Che questo giorno ci sia per noi il possibile,

Nuvola Che passa, e riempie così...

Perenne luce delle chimere!


(Tradução para o italiano pela Escritora e roteirista Eliude Santana)obs.: com pequenas auterações by Bo.




NUVEM

Suave nuvem,
Passas indiferente,
Nada sabes de mim
Nem dessa gente.

Navegas o vento,
energizas o verso,
Entreteces a vida,
Ou se co-move somente?

Suave nuvem,
Noiva do vento,
Mova-nos ao teu ventre,
Erga-nos silenciosamente.

Este dia seja para nós o possível,
Nuvem que passa, e ainda assim...
Perene Luz das quimeras!



By Tânia Barros, em 2005.

13 maggio 2008

POEMA DE JOSÉLIO BARROS



MÁSCARA

QUE MÁSCARA É MELHOR QUE O PRÓPRIO ROSTO?
TRADUZ A DOR, O GOSO, O RISO, O PRANTO;
TRADUZ O NOSSO PERMANENTE ESPANTO,
TODA ESSA MÁGOA, TODO ESSE DESGOSTO.

QUE É TER DE VIVER, E DE CONVIVER;
QUE É TER QUE DAR E RECEBER, TROCAR,
TENDO VONTADE APENAS DE CHORAR,
COISAS, PALAVRAS...ATÉ MESMO O SER!

GRANDE PALCO, ESTE MUNDO EM QUE VIVEMOS,
NO QUAL, NÓS, OS ATORES, SEMPRE TEMOS
ALGUM PAPEL PARA REPRESENTAR...

E A VIDA, UM MELODRAMA, É A GRANDE PEÇA!
AO CAIR DO PANO, QUANDO A VIDA CESSA,
HÁ A MÁSCARA DA MORTE PARA SE USAR!


(Direitos Reservados) By Josélio Barros


(publicado em 13 de maio de 2008, escrito há mais de 15 anos)

Nasceu em 1938, 14 de Maio, RJ. Advogado, Articulista de vários jornais, inclusive a Tribuna da Imprensa, Poeta. Delegado do Trabalho de reconhecida gestão. Lutou e luta pelos direitos democráticos desde que foi líder estudantil nos anos 60. Há um livro de sonetos perfeitos para sair com carta manuscrita de Carlos Drummond de Andrade em resposta ao poema que Josélio Barros dedicou ao grande mago da nossa poesia. E ainda um outro com suas crônicas políticas. Josélio Barros foi e é um grande articulista pela nossa Amazônia.

10 maggio 2008

ESCALA DE SOL

quem se faz dó,
pesa

quem só dá ré,
não rema
não rima
não ruma

quem pesa não se faz sol,
quem não ruma fica lá.

abrir janelas em si,
ouvir também o fa o mi...

eis a questão -
escala acima.

27 aprile 2008

Poema Narrativo

Cólera
Carrasco
Caravanas
Caravelas
Ascos
Anas, Josés
Anjos e velas


Era uma vez a cólera, carrasco de Anas, Joanas, Josés. E era, na mesma vez,
luzes espassas, velas acessas, preces na Terra,
e anjos numa conveção de urgência, unindo o cintilar de tantos.

Vivia-se numa Era de ascos... de coleiras coloridas,
de fartura técnica,
e de fome esquelética.

Vivia-se na Era de Aquários
quebrados
e corações vazados.

Foi quando caravanas e carvelas espaciais, especiais, iluminadas, desceram à Terra,vindas do sol, numa noite de luar e pesar.


(By Tânia Barros - trecho do livro infanto-juvenil que escrevo)

19 aprile 2008

Resenha de " Pedagogia da Autonomia"



Pedagogia da Autonomia - de Paulo Freire
Resenha By Tânia Barros


Este pequeno-grande livro de bolso, com apenas 163 páginas, li quando me formava em Letras. É um livro necessário a todo educador que se diz voltado para uma relação ensino/aprendizagem dos novos tempos, de interação e respeito à vida, à comunidade, e amor ao saber, aquele saber construído e transformado pela reflexão. Estou sempre relendo suas páginas, seu conteúdo reflexivo e amoroso sobre a prática do ensino. Atividade das mais complexas, digo eu, que definitivamente vem sendo sacrificada em função do deszêlo - planejado- para com o nosso sistema educacional público, ou seja, para com o desenvolvimento da grande população brasileira.


Mestre Paulo Freire em 03 capítulos subdivididos em tópicos agradáveis de ler, com simplicidade, mas com mestria na exposição do seu pensamento, intenciona nos abrir os olhos para uma prática de ensino onde estão presentes sempre o humanismo, o respeito ao saber do outro, a interação professores e alunos, e a responsabilidade do educador como ser em constante movimento de aprimoramento pessoal e profissional, para levar a cabo uma prática voltada para a criticidade e respeito pela cultura que o cerca.


"Ensinar exige segurança, competência profissional, e generosidade" "Ensinar não é transferir conhecimento" "Ensinar exige curiosidade", com chamadas como estas, o mestre vai desenvolvendo esta obra que é um reflexo de sua vivência dedicada à educação, na lida com comunidades as mais diversas e carentes de uma educação que a verdadeira democracia deveria abordar e construir.

Um livro para todos, mas fundamental para professores.

By Tânia Barros

Livro: Pedagogia da Autonomia
Autor: Paulo Freire
Editora Paz eTerra

obs.: vale a pena assistir ao vídeo montado por um aluno de Chicago - EUA.
http://www.youtube.com/watch?v=pVz_AOFuZ_E

E a este abaixo, cujo conteúdo é sobre outro livro do mestre, Pedagogia do Oprimido.
http://www.youtube.com/watch?v=362hBVUqxkI&feature=related

13 aprile 2008

Observai





EU LUZ CONDUZ!





Repare as flores,
repare as palavras,
repare os fins e os meios para as flores.

Repare os Alfas e os ômegas!

Nada é muito o que parece,
mas a essência quando expressada
- toque, olhar, pensamento,
intenção -
faz a diferença e transmuta
o caminho, o fim, o todo,
os meios.


By Tânia Barros

15 marzo 2008

Poema Escalado




MAC,CIDADE DE NITERÓI - BRASIL. OBRA DO ARQUITETO OSCAR NIEMEYER

Poema Escalado


Ao sopé da folha em branco
esmaeci ao vislumbrar teus mistéiros, poesia,
como quem não fantasia, pois o real estremece.

Mas segui. Disse a mim mesma: segue! Passo calmo,
que logo ali na frente não haverá mais significantes e significados.

E prevendo já o imprevisto, escalei duas léguas-estrofes
como quem não sabe o norte em noite sem cruzeiro do sul.

Quase sucumbi ao ter visões facínoras entre nós,
eu e ela, a poesia.

Invoquei as Musas e as Graças... devo ter invocado erradamente,
pois nesta noite meu único abrigo fora uma caverna onde deixei
o corpo sangrar.

Lembro, assim, da noite tempestuosa...
escalei seis léguas-estrofes
como quem não sabe o norte em noite sem cruzeiro do sul.

Amanheceu. Percebi o sangue seco na pedra.
Descubro bestificada que sobrevivi.
As Musas devem ter passado ali, sim. Então uma fada cantarolou da
luz que vinha de dentro, como da luz que vinha de fora criando imagens na caverna:
- Vem que já passa da hora, vem escalar sua história!

E acordando, assim, escalei oito léguas-estrofes
como quem não sabe o norte em noite sem cruzeiro do sul.

E aceitei o convite mais uma vez,
seguindo caminho outrora distante.
Paisagens nativas, outras nonsenses:
besouros, morcegos, borboletas e flores...
um tigre, um lobo, o mamute e uma serpente.
Nada me deteve ou contrangiu, nem a visão de mundo recorrente.

E subindo, assim, escalei dez léguas-estrofes
como a quem não importa a falta de norte em noite sem cruzeiro do sul.

Como quem é água corrente, mas coerente.
E como tal desci a montanha em gotas de chuva,
e subi novamente em vapor,
até bem acima da montanha inicial,
escalada em onze léguas-estrofes.


By Tânia Barros - desde as primeiras publicações
(com leves alterações)

1 marzo 2008

Anima

Minh'alma, amad'alma,
que de mundo e desmundo
é coroada!

Que desmundo é este que te alumia
luzindo tudo com galhardia?!




By Tãnia B.

19 febbraio 2008

Poeta Oswaldo Antônio Begiato






AQUIETAÇÃO
Oswaldo Antônio Begiato

Não tenha medo, minha eleita.

Não venho como tempestade,
Venho com ventos brandos
Na ponta das asas
E gestos macios na ponta dos dedos.

Não venho como fuzil,
Venho com penas brancas
Na ponta da túnica
E lenço branco na ponta da lança.

Não venho como decreto,
Venho com versos tantos
Na ponta da língua
E rimas toantes na ponta dos versos.

Não venho com más intenções,
Venho como se quisesse
Namorar a suavidade,
Casar com a meiguice
E ninar a quietude.


-x-

Minha Homenagem ao Poeta Oswaldo Antônio Begiato

Se há um sonho que se mantém vivo na existência dos seres humanos, este sonho se renova quando lê uma Superior Poesia, a qual provém de seres que sabem ver na simplicidade doce da vida, o fogo da Beleza, e na adversidade estridente, a água que acalma e renova. O poeta é a vista, a fonte e a vida de muitos sonhos sobreviventes no mundo.

By Tânia Barros -

12 febbraio 2008

Eu cruzo oceanos?
Não! Dou volta em círculos!
Me afogo agora
na canseira que sou...

Tem gente a pensar:
navegadores são incansáveis!

Ah, as representações sociais
são tão enfadonhas,
prisionais,
e matam navegantes.



By Tânia Barros

9 febbraio 2008

Vida-Morte



Cheguei ao tempo das grandes guerras,

-Lutas ou morres!

Lamentes, mas sejas forte!



Cheguei ao tempo do resgate

das insolências benfazejas,

e da mais pura objetividade abstrata,

pela as várias batalhas onde

sangrei

cunhando-me a força do dogma...

- minha certeza do caminho meu.



By Tânia Barros

8 gennaio 2008

Haikai

No leito invernal

o rio amanhecendo

evapora a noite






By Tânia B.